Alteração do Corpo de Aves na Amazônia
Desde 1979, 77 espécies de aves no interior da Amazônia reduziram seu peso
em 2% por década devido a secas mais intensas.
Um estudo publicado na Science Advances revela que aves como o chupa-dente-de-cinta estão 6,2% mais leves e têm asas 2,3% mais longas do que na década de 1980. Essas mudanças são adaptações às variações de temperatura e precipitação.
Pesquisadores analisaram 14.842 aves ao longo de 40 anos e observaram que as mudanças corporais estão ligadas a variações climáticas sazonais. Mesmo sem desmatamento, as alterações climáticas afetam a fauna da floresta. A perda de peso pode ser uma vantagem evolutiva, facilitando voos mais longos para busca de alimento e abrigo.
Estudos similares na América do Norte também mostram que mudanças climáticas afetam o tamanho das aves, indicando que o aquecimento global tem impactos globais significativos na biodiversidade.
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